Segunda-feira, 27 de Julho de 2009

Domingo, 2 de Agosto, 13h

No próximo Domingo, 2 de Agosto, A História Devida recebe Joana Vasconcelos, a artista plástica que, há menos de um mês, assistiu à venda de uma das suas criações num leilão da Christie's por 192 mil euros e que, este fim-de-semana, apresenta, no Complexo Termal de Nisa, «Enxoval», uma peça que, em cada bordado, carrega a História da vila alentejana, mas também algumas das histórias contadas pelas obras de Joana.
Sobre os poetas, disse uma vez Octavio Paz que não têm biografia; a biografia deles é a sua obra. Joana Vasconcelos não é poeta, e, no entanto, só faz sentido falar da sua vida se falarmos da sua obra. Talvez haja alguma poesia nisto; há certamente muita capacidade inventiva e, também, as muitas narrativas construídas a partir dos temas que atravessam esta vida e esta obra. São elas (ou parte delas) que vamos acompanhar nesta emissão d'A História Devida, seguindo o fio das histórias de Joana: era uma vez um conjunto de comprimidos Valium transformados numa cama...; era uma vez um conjunto de tampões transformados num lustre...; era uma vez um conjunto de talheres de plástico transformados num «Coração Independente»...

Nesta emissão d'A História Devida, para além de «Cama Valium», a história da Joana Vasconcelos (música: «You woke me up», Andrew Bird), podem ouvir:

- «O Ti João», de José Balby
. música: «A montanha e a planície», Carlos Paredes

- «O primeiro impacto», de Albino Dias
. música: «Quatro caminhos», Vítor Sardinha

Os temas escolhidos pela Joana Vasconcelos são:

. «Estranha forma de vida», Amália Rodrigues
. «Bem bom», As Doce
. «Strangers in the night», Frank Sinatra

E quanto às sugestões que vos deixamos:

- Joana Vasconcelos: Uma visita a Nisa e ao seu novo Complexo Termal

- Dinarte Branco: Uma visita ao Museu de Évora


- Inês Fonseca Santos: Duas exposições de Joana Vasconcelos: «Bichos», no Centro Cultural de São Lourenço, em Almancil, até 20 de Agosto; «Playtime», na Galeria de Arte do Convento do Espírito Santo, em Loulé, até 29 de Agosto

Boas histórias!

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Podcast - emissão de 26 de Julho de 2009

Para ouvir a emissão de Domingo, dia 26 de Julho, com o José de Pina, siga o link:

 

http://mp3.rtp.pt/mp3/wavrss/at1/412634_49803-0907270847.mp3

 

Boas histórias!

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Segunda-feira, 20 de Julho de 2009

Domingo, 26 de Julho, 13h

No próximo Domingo, dia 26 de Julho, A História Devida recebe José de Pina, argumentista, humorista, co-autor e co-criador do «Contra Informação», mas também sportinguista ferrenho e provavelmente um dos maiores fãs de sempre dos Kraftwerk.  É precisamente atrás desta banda, numa tentativa de gestão da chamada "crise dos 40", que  nos lançamos nesta emissão d'A História Devida. Depois, seguimos o caminho da isenção para falarmos de humor político, coisa que deixa de ser possível quando pisamos terrenos desportivos... E aí é que José de Pina vai ter que confessar como se faz humor quando a paixão é cega...

Nesta emissão d'A História Devida, para além de «Trans Europe Express», a história do José de Pina (música: «Space Lab», Kraftwerk), podem ouvir:

- «Publicidade», de Manuel António Ramalhete
. música: «Cairo's Bazaar», Bullet

- «O nosso piano», de Maria Clotilde Moreira
. música: «Big my secret», Michael Nyman

Os temas escolhidos pelo José de Pina são:

. «Hey Ladies», Beastie Boys
. «The meeting place», The Last Shadow Puppets
. «Dans un bois solitaire», Mozart

E quanto às sugestões que vos deixamos:

- José de Pina: Temporada Gulbenkian de Música 2009/2010

- Dinarte Branco: Um visita ao Castelo de Almourol

- Inês Fonseca Santos: Crónicas de José de Pina no jornal «I», às quartas-feiras + Duas exposições do Museu de Serralves para ver na Rua Cândido dos Reis, no Porto, até 20 de Setembro - «Emissores Reunidos» e «Serralves 2009 - A colecção, 2ª parte: Vídeos e filmes na cidade»

 

Boas histórias!

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Publicado por Produções Fictícias às 12:02
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Podcast - emissão de 19 de Julho de 2009

Para ouvir a emissão de Domingo, dia 19 de Julho, com o João Tordo, siga o link:

 

http://mp3.rtp.pt/mp3/wavrss/at1/412247_49479-0907201141.mp3

 

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Terça-feira, 14 de Julho de 2009

Histórias curtas e concretas!

N'A História Devida, costumamos dizer que temos apenas uma regra: as histórias devem ser curtas e concretas. No entanto, por vezes, recebemos textos demasiado longos e, para os podermos ler na rádio, temos que editá-los. Foi o que aconteceu recentemente com uma história do nosso fiel ouvinte e contador de histórias Fernando Faria. O texto chama-se Ó da Guarda e teve que ser alterado nalgumas passagens. A razão foi simples: não queríamos deixar de lê-lo na rádio; ou melhor, considerámos mesmo que este texto não podia deixar de ser lido na rádio! Seja como for, publicamos aqui a sua versão completa, alertando, mais uma vez, todos os ouvintes para a nossa regra: histórias CURTAS (3500 caracteres, incluindo espaços, no máximo) e concretas.

 

 

Ó DA GUARDA!     

 

      «Põe-te a pau, que os feijões verdes estão aí em cima», avisou-me a ti Amélia Rola, com um sorriso entre o matreiro e o enigmático, respondendo à minha ofegante saudação da janelita onde passava o dia a coscuvilhar com as vizinhas e transeuntes.

     Não liguei nenhuma ao aviso, apesar da gravidade objectiva do conteúdo da mensagem. Adiante se saberá porquê.

     Os «feijões verdes» eram, nem mais nem menos, os componentes da patrulha da GNR que, a ser verdadeira a informação da ti Rola, por ela teriam acabado de passar, caminhando pachorrentamente um de cada lado da estrada numa daquelas rondas que, de tempos a tempos,  faziam pela freguesia, supostamente destinadas a assegurar a ordem e o cumprimento da lei, mas que, na prática, apenas serviam para pôr em desassossego os mais inofensivos e pacíficos utentes da via pública, como eram, por exemplo, os condutores de carros de bois e os ciclistas. «Aí em cima» era uma curva apertada onde os ditos agentes da autoridade costumavam emboscar-se e se compraziam a surpreender, com autuações, os incautos condutores desencartados ou algum boieiro cujo carro não ostentasse a chapa oval de esmalte com a matrícula municipal.

     Se o alerta proviesse de outra pessoa que não a Rolinha – assim era conhecida a ti Amélia, na gíria juvenil – era quanto bastava para eu dar meia volta à bicicleta e regressar urgentemente a casa: para mim, os guardas eram os seres vivos mais temíveis que conhecia, e ser caçado por eles era a última coisa que desejava. Em parte, por culpa da minha mãe que, desde tenra idade e talvez por falta de tempo ou paciência para mais pedagógicas e fundamentadas exortações, costumava persuadir-me a não transpor os limites, ameaçando-me sumariamente com os guardas. Mal adivinhava diabrura, lá vinha o descarado aviso: «Olha que chamo os guardas... Parece-me que os vi passar agora mesmo...» Como se aqueles prestimosos zeladores da res publica estivessem sempre por perto, à mão de semear.  Santa candura a minha, que tão facilmente acreditava!...

     Mas, para a formação de tão negativa imagem dos republicanos gendarmes, contribuía também, e em muito, o intimidante aparato com que tais figuras se apresentavam perante os pacatos e geralmente pacíficos habitantes da minha aldeia, onde os delitos mais graves, tirando um ou outro furto de criação ou de cereal pela calada da noite, seriam porventura a venda ilegal de vinho a ramo ou a falta de vacinação dos cães. Na verdade, e que me lembre, só em armamento, os agentes da GNR pavoneavam-se com nada menos que uma Mauser e respectiva baioneta, uma pistola suspensa do cinturão e, do lado oposto, o casse-tête. Arsenal bélico, este, exposto sobre o pesado fardamento esverdeado, ornamentado com nédios botões de latão e acessórios de couro. Dir-se-ia que os militares, em vez de patrulharem uma pacata aldeola, se iam aventurar adentro das trincheiras inimigas fervilhantes de metralha.

     Está  assim mais que justificado o paralisante pavor que eu tinha dos guardas. Nunca ninguém me explicou, nem tão pouco soube eu deduzir, que o copioso armamento tinha, acima de tudo, um papel dissuasório; mais do que uma vez cheguei mesmo a imaginar um dos agentes de joelho no chão a apontar a espingarda a algum catraio desencartado que se atrevesse a desobedecer à ordem de parar, alvejando-o como a um coelho....

     Apesar de quanto fica dito, e como comecei por afirmar, resolvi não dar crédito ao aviso da Rolinha. E por dois motivos: o primeiro era por não ser quinta-feira – dia da feira semanal – e, por isso, altamente improvável a presença daquelas aves de rapina na freguesia; o outro, não menos importante, era o facto de a ti Rola ser useira e vezeira a enganar jovens ciclistas desencartados como eu, dizendo-lhes que a guarda estava por ali, e depois ficar a rebolar-se de riso, ao vê-los fugir apavorados.

     Na verdade, ela já uma vez me ludibriara perfidamente, levando-me a inverter precipitadamente a marcha quando me dirigia a um importante jogo de futebol, no preciso dia da inauguração do campo... Para além da perda do espectáculo, ainda caí, na fuga, esfolando um braço de alto a baixo. A bruxa ainda teve o desplante de me atirar, no dia seguinte, escancarando os dois únicos dentes de morsa que lhe sobravam: «Então, ontem sempre viste os feijões verdes?... Caíste que nem um patinho!...» Pois caíra, e duplamente: na esparrela e da bicicleta!... Malvada tia Rola!

      A talho de foice, e a propósito de logros e fugas à guarda, recordo uma outra vez em que, ao avistar ao longe na estrada umas fardas cinzentas, fugi a toda a brida, enfiando com a bicicleta por um bastio. Fi-lo, porém, tão desastradamente que acabei por me precipitar, juntamente com o pesado velocípede, num enorme silveirão. Quando, instantes depois, iniciava a minha luta contra as silvas para me libertar, vi com espanto chegarem junto a mim os tais detentores das fardas cinzentas que, com um sorriso matreiro, me estenderam os braços para me resgatar do silvado. Arregalando os olhos, constatei, com grande alívio espiritual (não físico, devido aos arranhões), não estar à mercê dos temíveis carabineiros, mas ter pela frente dois pacatos e inofensivos cantoneiros de estrada...

     Mas, voltando à Rolinha, não liguei peva – pelos invocados motivos – ao seu aviso, e prossegui na minha penosa pedalada, ladeira acima, bamboleando o meu corpo franzino sobre a enorme pasteleira do meu pai.

     Mal alcancei, ofegante, o cume do curto mas severo declive, o coração quase me saltou do peito: assim que dobrei a tal curva crítica, dei com os olhos na patrulha. Lá estavam eles, de pé, saboreando a sombra fresca de uma oliveira, mas atentos à estrada. Apesar de me ter apercebido de que me viram, não pensei duas vezes e dei meia volta à bicicleta, invertendo a marcha. Entre esconder-me quanto antes e pedalar célere para casa, optei pela primeira solução. Assim, meti pelo primeiro quintal que encontrei, suspirando por um buraco onde me esconder. Providencialmente, vi, num recanto do quinteiro, uma retrete, das que se usavam naquele tempo, feitas de tábuas toscas e sem tecto, que logo elegi como esconderijo; não porque estivesse longe das vistas, mas porque pensei que os guardas, se viessem no meu encalço, não iriam ter a indiscrição de espreitar para dentro de um compartimento, digamos, tão… íntimo. 

     Acocorei-me, pois, sobre a tábua da «meditação», como se aliviasse os intestinos e aguardei, ansioso e ainda ofeguento. Porém, era o meu dia não: pouco tardou até pressentir uma sombra a aproximar-se do meu reduto mal cheiroso. Logo a seguir, apareceu um rosto, encimado por um bivaque, a espreitar por uma fresta, interpelando-me, com um sorriso malvado e com elevada concentração de mofa e escárnio: «Olá, menino; deu-te a soltura? Acaba lá depressa que queremos falar contigo!...»

     Fernando Faria

     Sintra

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Publicado por Produções Fictícias às 09:12
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Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

Domingo, 19 de Julho, 13h

No próximo Domingo, dia 19 de Julho, A História Devida recebe o escritor e guionista João Tordo. É com ele que partimos de Lisboa para outras cidades, mas também para outros bairros, para outras gentes, para outras regras de sobrevivência. É este, afinal, o ofício deste escritor que talvez não concorde com o que pensa uma das suas personagens sobre a possibilidade de os livros poderem substituir as pessoas: imaginar as histórias que estão dentro das histórias de gente que se esconde atrás de mais histórias.
 

Nesta emissão d'A História Devida, para além de «Uma questão de atitude», a história do João Tordo (música: «RR Tema I (popless)», Armando Teixeira), podem ouvir:

- «Licença de isqueiro», de Silvino Gaspar
. música: «A cidade», Armando Teixeira

- «O homem mais alto do mundo», de Margarida Oliveira
. música: «Carrion Suite», Andrew Bird

Os temas escolhidos pelo João Tordo são:

. «Stacks», Bon Iver
. «Nowhere pays», Strangelove
. «Slow show», The National

E quanto às sugestões que vos deixamos:

- João Tordo: «Os detectives selvagens», de Roberto Bolaño (ed. Teorema)

 

- Dinarte Branco: Um passeio (ou uma aventura...) até às cascatas do Arade

 

- Inês Fonseca Santos: Os três romances do João Tordo: O Livro dos Homens Sem Luz (ed. Temas & Debates); Hotel Memória (ed. Quidnovi); As Três Vidas (ed. Quidnovi) + «Agosto em Osage», até 2 de Agosto, no Teatro Nacional D. Maria, em Lisboa

 

Boas histórias!

Publicado por Produções Fictícias às 12:30
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Podcast - emissão de 12 de Julho de 2009

Para ouvir a emissão de Domingo, dia 12 de Julho, com o Luís Franco-Bastos, siga o link:

 

http://mp3.rtp.pt/mp3/wavrss/at1/409785_49076-0907130922.mp3

 

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Publicado por Produções Fictícias às 10:45
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Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

Domingo, 12 de Julho, 13h

No próximo Domingo, dia 12 de Julho, A História Devida recebe Luís Franco-Bastos e, com ele, a multidão de vozes  de que este imitador e humorista captou o timbre, os tiques e os trejeitos. Por isso, é bem provável que Alberto João Jardim, Bruno Nogueira ou Cristiano Ronaldo tentem interromper uma conversa que começa pelos talentos com que somos (ou não...) abençoados à nascença, passa pelo trabalho que lhes temos que acrescentar e termina com o retrato de uma geração que, por vezes, acha que uma gargalhada soa a "LOL".

 

Nesta emissão d'A História Devida, para além da história do Luís Franco-Bastos (música: «Liza», Art Tatum), podem ouvir:

- «Ó da guarda!», de Fernando Faria
. música: «Moran Tonk Circa 1936», Jason Moran

- «A vida em sete», de João Crispim
. música: «Milano», Art Farmer & Ben Golson Jazztet

Os temas escolhidos pelo Luís Franco-Bastos são:

. «Movimento perpétuo associativo», Deolinda
. «Este mar», Linda Martini
. «Garota de Ipanema», Stan Getz e João Gilberto

E quanto às sugestões que vos deixamos:

- Luís Franco-Bastos: «Poemas de Deus e do Diabo», José Régio

 

- Dinarte Branco: Um passeio até Ponte de Sôr para comer um pires de caracóis

 

- Inês Fonseca Santos: «Papel Químico - Luís Franco-Bastos a solo», de 20 a 29 de Julho no Jardim, de Inverno do Teatro Municipal São Luiz, em Lisboa + concerto dos The Killers, no dia 18 de Julho, no Estádio do Restelo, em Lisboa

 

Boas histórias!

Publicado por Produções Fictícias às 10:33
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Podcast - emissão de 5 de Julho de 2009

Para ouvir a emissão de Domingo, dia 5 de Julho, com o Jerónimo Pizarro, siga o link:

 

http://mp3.rtp.pt/mp3/wavrss/at1/404733_48734-0907060942.mp3

 

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Quarta-feira, 1 de Julho de 2009

Bem-vindo, Dinarte!

É uma nova fase na já longa vida d'A História Devida: no dia 28 de Junho, o Miguel Guilherme despediu-se dos microfones da Antena 1 como leitor das histórias que, todas as semanas, recebemos dos nossos ouvintes e passou o testemunho a outro actor, o Dinarte Branco. Para o Miguel, os três anos e meio que passou a gravar A História Devida na rádio encheram-no de alegria e alimentaram a sua vida profissional e pessoal. É com a expectativa de que o Dinarte possa, daqui a algum tempo, dizer o mesmo que o recebemos n'A História Devida. Poucas ou nenhumas são as palavras capazes de fazer justiça ao modo como o Dinarte lê as histórias, como tenta perceber os episódios reais que os nossos ouvintes partilham connosco, como consegue transformá-los em memórias vivas. Era isso também que o Miguel fazia; e que vai continuar a fazer nos nossos habituais encontros. E a equipa d'A História Devida acredita que, com esta mudança, não perdeu um contador de histórias - ganhou mais um.

Publicado por Produções Fictícias às 13:31
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Com apresentação de Inês Fonseca Santos, Miguel Guilherme e Dinarte Branco, A História Devida baseia-se num conceito do escritor Paul Auster e pretende dar a conhecer histórias reais das vidas de todos nós.

Histórias de amor, de amizade, de saudade, histórias alegres, bonitas, eufóricas, histórias de paisagens, sonhos ou lugares. Histórias curtas e reais.

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