Segunda-feira, 30 de Março de 2009

Podcast - emissão de 29 de Março de 2009

Para ouvir a emissão de Domingo, dia 29 de Março, com a Laurinda Alves, siga o link:

 

http://mp3.rtp.pt/mp3/wavrss/at1/285059_43241-0903300825.mp3

 

Boas histórias!

Publicado por Produções Fictícias às 10:23
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Domingo, 5 de Abril, 13h

No próximo Domingo, dia 5 de Abril, A História Devida recebe o desenhador e cartoonista António Jorge Gonçalves para uma conversa sobre pessoas que andam armadas com canetas; sobre livros criados por pessoas que andam armadas com canetas; sobre cenários imaginados por pessoas que andam armadas com canetas; sobre viagens subterrâneas pelos sítios por onde passam as pessoas que andam armadas com canetas...

Para conhecerem melhor o trabalho do nosso convidado, entrem no site Subway Life ou nas histórias contadas nos livros Ana, A História do Tesouro Perdido, A Tribo dos Sonhos Cruzados, A Arte Suprema, O Senhor Abílio ou Rei.

Nesta emissão d'A História Devida, para além de «Cleópatra e os Crocodilos», a história do António Jorge Gonçalves (música: «Filipe Seems, contador de histórias», Armando Teixeira), podem ouvir:

- «Perdido no Tempo», de Alfredo Santos (Lisboa)
. música: «O que é o desejo?», Armando Teixeira

- «O quarto das duas jinelas», de Francisca Aguiar (Foz do Arelho)
. música: «Les mutations», Armando Teixeira

- «José Sebastião», de Pedro Aniceto
. música: «A mulher que se eleva I», Armando Teixeira

Os temas escolhidos pelo António Jorge são:

. «Arena (à volta da sala)», Amélia Muge (álbum: Não sou daqui)
. «Laranja madura», Ataulfo Alves por Itamar Assumpção (álbum: Pra sempre agora)
. «Canción Mixteca», Ry Cooder (álbum: Paris Texas BSO)

E quanto às sugestões que vos deixamos:

- António Jorge Gonçalves: Cartoon Xira 2009

- Miguel Guilherme: Sob céus estranhos, de Daniel Blaufuks

- Inês Fonseca Santos: As Aventuras de Filipe Seems, 3 vols: Ana, A Tribo dos Sonhos Cruzados, A História do Tesouro Perdido, de Nuno Artur Silva e António Jorge Gonçalves (ed. Asa) + Subway Life

Boas histórias!

Publicado por Produções Fictícias às 10:20
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Segunda-feira, 23 de Março de 2009

Podcast - emissão de 22 de Março de 2009

Para ouvir a emissão de Domingo, dia 22 de Março, com a Inês Meneses, siga o link:

 

http://mp3.rtp.pt/mp3/wavrss/at1/257724_42077-0903090912.mp3

 

Boas histórias!

Publicado por Produções Fictícias às 09:50
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Domingo, 29 de Março, 13h

No próximo Domingo, dia 29 de Março, A História Devida recebe a jornalista Laurinda Alves para uma conversa sobre as pessoas com quem nos cruzamos todos os dias: do Sr. Fernando, um bracarense de 88 anos encantado com umas mãos de seda, a uma menina que desejava, mais do que tudo, umas asas; da Menina Amélia, a dona da única loja de uma aldeia encavalitada no alto de uma serra, ao Daniel, um homem silencioso que um dia ficou sem abrigo.

Para conhecerem melhor o trabalho da nossa convidada, passem pelo blogue A Substância da Vida ou pelos livros XIS Ideias Para Pensar, Um Dia Atrás do Outro, Ideias XISAtitude XIS.

Nesta emissão d'A História Devida, para além de «Umas mãos que pareciam de seda», a história da Laurinda Alves (música: «A neve que nunca vimos», Armando Teixeira), podem ouvir:

- «Pelo sonho é que vamos», de Lúcia Morim (Póvoa do Varzim)
. música: «300 pares de sapatos», Mikado Lab (álbum: Baligo)

- «A Menina Amélia», de Maria João Rolo Duarte (Lisboa)
. música: «Rondo-Allegro», Mozart

- «O som do silêncio», de Cigana
. música: «Bud's Bubble», Bud Powell Trio

Os temas escolhidos pela Laurinda Alves são:

. «Another night in», Tindersticks (álbum: Curtains)
. «The greatest», Cat Power (álbum: The Greatest)
. «Dying slowly», Tindersticks (álbum: Can Our Love)

E quanto às sugestões que vos deixamos:

- Laurinda Alves: A Melhor Juventude, de Marco Tullio Giordano: http://www.atalantafilmes.pt/2004/amelhorjuventude/

- Miguel Guilherme: Caveman, de Rob Becker, encenação de António Pires, interpretação de Jorge Mourato, em cena no Rivoli (Porto): http://www.caveman.pt/caveman.php?i=1

- Inês Fonseca Santos: Instante, de Wyslawa Szymborska (ed. Relógio d'Água)

Boas histórias!

Publicado por Produções Fictícias às 09:48
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Segunda-feira, 16 de Março de 2009

Podcast - emissão de 15 de Março de 2009

Para ouvir a emissão de Domingo, dia 15 de Março, com a Rita Pimenta, siga o link:

 

http://mp3.rtp.pt/mp3/wavrss/at1/266091_42442-0903161054.mp3

 

Boas histórias!

Publicado por Produções Fictícias às 13:54
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Domingo, 22 de Março, 13h

No próximo Domingo, dia 22 de Março, A História Devida "fala com ela". Ela é a radialista Inês Meneses, a voz que ouvimos desde os anos 90 na rádio e na televisão portuguesas (TSF, XFM, Radar, Onda Curta, Pop Up, Sic Mulher) e que, agora, junta aos muitos episódios d'A História Devida um relato tão imoral quanto real. É dele que parte esta emissão que nos vai levar numa viagem por sítios improváveis: de um pecaminoso quarto de hotel em Fátima à ruralidade de uma aldeia bem portuguesa, com certeza; dos pequenos trajectos que satisfazem a tão urbana "taxicodependência" aos sons que nos fazem olhar bem para trás, para um sítio que é também um tempo e ao qual chamamos "os anos 80".

Para conhecerem melhor o trabalho da nossa convidada, sintonizem a Radar, de segunda a sexta, entre as 7h e as 10h, ou ouçam Fala Com Ela, todos os sábados às 12h ou aos domingos às 19h. Podem também ouvir a Inês Meneses na Antena 1, no programa O Amor É, com Júlio Machado Vaz; e na Antena 3, em Pedro e Inês, com Pedro Boucherie Mendes.

Nesta emissão d'A História Devida, para além de «As sandálias do pecador», a história da Inês Meneses (música: «Prelude and Fugue, in a minor, BWV 551», Bach), podem ouvir:

- «A Taxista», de Filomena Roberto (Lisboa)
. música: «Bosshannover», Mo'Horizons (álbum: Remember Tomorrow)

- «O prego», de Pedro Azevedo
. música: «Hino ao contrário», Mikado Lab (álbum: Baligo)

Os temas escolhidos pela Inês Meneses são:

. «Rapaz do caleidoscópio», UHF (álbum: À Flor da Pele)
. «Olhei pra trás», António Variações (álbum: O Melhor de António Variações)
. «Homens temporariamente sós», GNR (álbum: O Melhor dos GNR)

E quanto às sugestões que vos deixamos:

- Inês Meneses: Dark Was The Night: http://www.darkwasthenight.com/

- Miguel Guilherme: Pierre-Auguste Renoir, Meu Pai, de Jean Renoir (ed. Bizâncio): http://www.editorial-bizancio.pt/coleccoes.php?col=12&id=233

- Inês Fonseca Santos: Obra Completa de Nuno Bragança (ed. Dom Quixote): http://www.dquixote.pt/ + Revista Ler, nº 77, Fevereiro de 2009, com um texto de Manuel Bragança sobre o pai, Nuno Bragança:

Boas histórias!

Publicado por Produções Fictícias às 13:26
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Terça-feira, 10 de Março de 2009

Domingo, 15 de Março, 13h

No próximo Domingo, dia 15 de Março, A História Devida recebe a jornalista e copydesk Rita Pimenta para uma conversa que parte de uma das histórias que já faz parte da história do programa, passa pelas experiências de uma família numerosa  e por alguns textos extraordinários da literatura infanto-juvenil e segue os relatos de uma jornalista que começou por ser ouvinte d'A História Devida e acabou por integrar a nossa equipa - tudo  , claro, acompanhado pelas canções escolhidas pela Rita.

Para conhecerem o trabalho e o percurso da nossa convidada, nada melhor do que  lerem esta espécie de autobiografia: «Nasci em Luanda, a 19 de Julho de 1966 (embora no BI esteja registada a 1 de Agosto do mesmo ano). Sou a décima filha (e última) de um casal de madeirenses. A minha família regressou a Portugal um mês depois de eu ter nascido, pelo que não conheço a "minha terra". Só me lembro de existir já em Setúbal, cidade onde continuo a morar. Os meus pais (a Maria e o Pimenta) tiveram oito raparigas e dois rapazes. Nunca coexistimos os dez, pois quatro morreram. Dois deles bebés, uma em criança e uma outra com 17 anos. Foi a primeira filha dos meus pais e a única que conheci, chamava-se Ana. Os nomes dos restantes falecidos foram "retomados" nos nascimentos seguintes. Ou seja, antes de mim houve outra Rita, mas também uma outra Isabel e um outro António. Como este procedimento me pareceu sempre um pouco mórbido, um dia perguntei à minha mãe o motivo desta espécie de "reposição de stocks". Seria falta de imaginação para nomes? Explicou-me então que se tratava de "ajustes de contas com Deus". Comuns na Madeira. "Levaste-me uma Rita? Pois já tenho aqui outra." *** Gostei muito de ir para a escola (fui aos seis anos para a primária, 1972), embora no primeiro dia de aulas tenha sido convidada a ir para a rua porque estava a assobiar. O meu irmão tinha-me ensinado a habilidade na véspera e eu estava alegremente a treinar. Mas a minha professora era espectacular (Dona Maria Inês, era assim que a tratávamos), cantava, dançava, motivava-nos imenso e levava-nos a passear. Ensinava bem e valorizava os nossos resultados. Estou certa de que fui boa aluna por causa dela. Tive algumas hesitações (no secundário) na escolha das áreas específicas de estudo a seguir (embora sempre ligadas às ciências). (...) Depois fui para a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (Clássica) estudar Geografia. Apanhei o curso em reestruturação e fiz duas variantes, uma em Planeamento Regional e outra via Ensino. Só não fiquei com duas licenciaturas porque não fiz o estágio profissional no ensino. Já estava no Público e não era possível conciliar as duas coisas. Aproveitei para fazer mais umas cadeiras extracurriculares que me interessavam porque eram dadas por professores muito bons. Logo a seguir frequentei, na mesma Faculdade, o curso de Filosofia (variante de Filosofia da Ciência). Não o concluí porque surgiu no Departamento de Linguística (continuamos na Faculdade de Letras) uma Especialização em Técnicas Editoriais que me pareceu adequada a quem tinha "caído de pára-quedas" no mundo das letras impressas. Foi muito interessante, sobretudo pela quantidade e qualidade de editores de livros que eram "alunos", mas que sabiam imenso. Ensinaram-me bastante. Alguns professores, também. Pensei em retomar depois o curso de Filosofia, mas quis ser mãe antes. Quando o Artur tinha dois anos, fui bolseira da Universidade Lusófona num curso de Escrita Literária, orientado por Luísa Costa Gomes. A Filosofia continuou à espera... Mas eu voltarei, gosto muito de andar na escola. *** Fui parar ao Público porque tive um colega em Geografia, Rui Jorge Cruz, com quem fiz alguns trabalhos de grupo ao longo de um ano lectivo. Ele na altura ainda estava no Expresso. Um ano depois, telefona-me a perguntar se eu queria fazer uns testes para copydesk do Público. O jornal tinha começado a sair dois meses antes. Eu não sabia o que era um copydesk, mas ele estava convencido de que eu tinha perfil e agradava-lhe a minha prosa.(...) Lá fui fazer os testes para o Público, à Quinta do Lambert, e não me saí mal. Fiquei. Pensei que seria provisório, mas continuo a ser copydesk no Público. Embora agora faça o controlo de qualidade da revista Pública e não do Primeiro Caderno, como antes. Uns tempos depois (há cerca de 12 anos) comecei a escrever (de vez em quando) sobre livros para crianças e jovens. Quando o suplemento Mil Folhas passou a ser editado pela Isabel Coutinho, criámos então uma rubrica mensal dedicada ao infanto-juvenil, com o nome (de que gosto muito) Letra pequena. Quando acabou o Mil Folhas, esta rubrica passou para a Pública, com periodicidade quinzenal. No Verão passado, foi extinta (na mesma altura em que terminou A História Devida na Pública). Em Outubro, criei então um blogue com o mesmo nome, Letra pequena. Tive de acrescentar ao endereço a palavra online porque já havia um registo, embora de um blogue morto (por assim dizer...). Aos sábados assino uma coluna sobre livros na página Crianças, integrada num roteiro de espectáculos e actividades para a família (da responsabilidade de Helena Melo). Às vezes, quando é preciso ou quando há um tema que me interesse e há possibilidade de arranjar "tempo de antena", escrevo sobre outras coisas. Exemplos: confraria do Moscatel de Setúbal, lipoaspiração sem cirurgia, Lego, passeios no Tejo, etc. Fora do jornal, vou começar em breve a colaborar com a rede Portugal Net (PNET), criando um site para crianças até aos 12 anos — O PNET Palavrinhas. O blogue Letra pequena já é, no entanto, um blogue convidado do PNETLiteratura. ***  A história da escrita da história (passe o pleonasmo) À procura de macas de casal: No dia seguinte ao que se encontra descrito no texto que vos enviei, contei a algumas pessoas (próximas) o que se tinha passado. Todas elas se riam e, ao mesmo tempo, comoviam com o episódio. Durante algum tempo, iam-me perguntando como iam as coisas com os meus pais. Uns meses mais tarde, depois de o meu pai já ter morrido, uma colega que estagiou nos copydesks quando eu era coordenadora e de quem me tornei amiga (Luísa Vasconcelos), disse-me que de vez em quando se lembrava do que lhe tinha contado e que achava que eu devia escrever sobre aquele dia, pois era uma história de amor muito bonita. É claro que eu disse logo que não, que isso só interessava à família e aos amigos e que estas coisas não se contam a toda a gente e que me iria sentir mal e que não queria estar a expor a minha mãe e que... e que... e que... Nesse dia à noite, ao voltar para Setúbal, ia, como era hábito, a escutar A História Devida. De repente, a escrita daquele episódio pareceu-me, afinal, uma possibilidade. Pensei que poderia oferecer a história à minha família no dia de aniversário da minha mãe. Não precisava de dizer o nosso apelido. Quem sabia sabia; quem não sabia não ficava a saber. E assim aconteceu. A história só não foi para o ar exactamente no dia em que a minha mãe fazia 80 anos porque calhava num fim-de-semana. Foi na véspera. Às manas, apenas disse que ligassem a Antena às 17h20, no dia 27 de Outubro. Nem todas conseguiram escutar, mas as que conseguiram telefonaram-me, logo a seguir, para o jornal. A minha sobrinha mais velha também. Entre choros, elogios e "insultos", houve consenso. Gostaram. Eu também. Mas o som inicial da gravação com as ambulâncias foi terrível para mim. Por segundos arrependi-me. Só por segundos. ***   Quando enviei a história para o programa, fi-lo através do meu e-mail pessoal e não através do do Público, pois não queria influenciar o destinatário. Só depois do encontro no Tivoli, em Lisboa (de onde tive de "fugir" porque fiquei atrapalhada por ouvir a história "ao vivo" e por o meu filho me obrigar a identificar-me como autora), enviei uma mensagem a "denunciar-me" como jornalista do Público. Achei que resultava divulgar algumas histórias na revista de domingo. A parceria correu muito bem, tanto com a Inês Fonseca Santos como com o Gémeo Luís. A minha maior dificuldade foi a de cortar os textos quando era imperioso por questões de espaço e de respiração da imagem. Habituada a fazê-lo, sem problemas de maior, em textos noticiosos, sentia-me um pouco incomodada por ter de eliminar detalhes ou adjectivos que poderiam significar bastante para quem tinha escrito as histórias devidas. Se alguns textos terão saído até beneficiados em termos de ritmo, outros nem tanto. Gostava que os autores que viram os seus textos amputados ficassem a saber que entrei neles com a cerimónia própria de quem entra em casa alheia e tentei ter sempre presente que se tratavam de textos importantes para quem os escreveu.»


Nesta emissão d'A História Devida, para além de «À procura de macas de casal», a história da Rita Pimenta (música: «Petites gouttes d'eau», Tindersitcks), podem ouvir:

- «Em duplicado», de Carlos Rosa (Porto)
. música: «Motor Mentol», Mikado Lab (álbum: Baligo)

- «Bruna», de Inês Antunes
. música: «Camions», Tindersticks (álbum: Nenette et Boni)

- «História de um rádio», de João Rato
. música: «Never so deep»,
Mikado Lab (álbum: Baligo)

Os temas escolhidos pela Rita Pimenta são:

. «Canon and Gigue for 3 violins & continuo in D Major», Pachelbel
. «We are family», Sister Sledge (álbum: We are family)
. «Comptine d'une autre été», Yann Tiersen (álbum: banda sonora do filme «O fabuloso destino de Amélie Poulain»)


E quanto às sugestões que vos deixamos:

- Rita Pimenta: Eu Espero..., de Davide Cali e Serge Bloch; (Bruaá: http://www.bruaa.pt/livros.htm)

- Miguel Guilherme:

- Inês Fonseca Santos: O Fim de Lizzie
, de Ana Teresa Pereira (Cotovia: http://www.livroscotovia.pt/livros/bi/ofimdelizzie.html) + Letra Pequena, o blogue da Rita Pimenta: letrapequenaonline.blogspot.com

Boas histórias!

Publicado por Produções Fictícias às 09:50
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Confusões...

Pedimos desculpa aos nossos ouvintes e contadores de histórias pela confusão do passado domingo: devia ter sido transmitido o programa que tem como convidada a Rita Pimenta, mas foi para o ar aquele em que se junta a nós a Inês Meneses.

 

Assim sendo, as próximas emissões terão os seguintes convidados:

- Domingo, 15 de Março: Rita Pimenta

- Domingo, 22 de Março: Inês Meneses

- Domingo, 29 de Março: Laurinda Alves

 

Todos os ouvintes com histórias lidas nestas emissões serão avisados por mail.

 

Boas histórias!

Publicado por Produções Fictícias às 09:45
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Terça-feira, 3 de Março de 2009

A História Devida na Gingko

A jornalista Isabel Freire esteve há uns dias à conversa com a Inês e com o Miguel. Queria saber tudo sobre A História Devida. E queria também que eles contassem uma história devida - real, curta e concreta. O resultado saiu no passado Sábado, dia 28 de Fevereiro, na revista Gingko.

Publicado por Produções Fictícias às 17:19
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Com apresentação de Inês Fonseca Santos, Miguel Guilherme e Dinarte Branco, A História Devida baseia-se num conceito do escritor Paul Auster e pretende dar a conhecer histórias reais das vidas de todos nós.

Histórias de amor, de amizade, de saudade, histórias alegres, bonitas, eufóricas, histórias de paisagens, sonhos ou lugares. Histórias curtas e reais.

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Procure na sua livraria o 1º livro de compilações de histórias do programa: Histórias Devidas, da Edições ASA.

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